quarta-feira, janeiro 22, 2014

Nascer(emos)

Se eu conseguisse dizer tudo o que sinto, seria o maior dos poetas...
Porém apenas tento descrever em códigos, nada mais,
uma linguagem jamais abstraída da forma que foi pensada ou sentida
uma viagem jamais viajada, qualquer coisa sortida
diante da imensidão que se é enquanto se for ser,
Pois poeta não é o que vê ou o que se faz
nem tampouco o que se aos poucos se refaz, mas
o que de tão pequeno e tão pouco se vê sendo
tão pequeno, tão torto, absorto e pequeno
em tantas diferenças que nem se poderia ser sendo
Tudo que uma vez foste e que aos poucos se desfaz
E vem a se desfazer em um monte de admiráveis coisas estranhas
Excêntricas e pormenores formas de poder existir
Como se fossem sempre comuns 
Humanas pretensas despretensões
Mas que nem assim construíssem
as maneiras de se assim destituir
Ora, o que fomos um dia
Agora já não era o que fora
Por hora jorra para que sejamos
Uma nova forma de se desconstruir
E de novo e de novo existir
Para de mim não seres tão igual
e de mim parecer diferente de ti
e que seja, pois não seja
Ausente de mim, pois fui você
antes de você existir...
que seja!
absolutamente uma revolucionária vontade de vir
A ser, disser e de ser assim
Você e mim........

sexta-feira, dezembro 06, 2013

Um dia assim...





Tem dias que me olho muito no espelho
Parece que a todo momento a imagem de mim
Se difere de mim mesmo
Por isso olho muitas vezes pelo espelho dos outros
Para tentar saber melhor quem sou eu

Em alguns momentos não lembramos quem somos
Esquecemos que a imagem que se reflete
De nós é mero detalhe, um flash de luz
Que pisca interruptamente
Tão rápido que parecemos ser sólidos

Na verdade, somos um monte de nada
Que reluz e reflete tudo o que deveríamos ser
No fundo somos cada um uma coisa
Se há motivos ou não, só saberemos no fim
Na nossa última piscada

Quando passarmos de um monte de nada que reluz
A um pouquinho de tudo que se desaparece
O que ficará serão as ações, as palavras, as trocas

Sei lá, se de repente as palavras voltarem a querer ter vida
Para enfim anunciar o que ainda não foi denunciado
Se eu voltar a ser palavra um dia, quero ser a palavra amor,
e só...

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{"Tudo é aprendizado!"}-{"palavras são como o ar que passa sutil, mas transformam todo o mundo"}

Bom fim de semana!

Namaste!

segunda-feira, novembro 11, 2013

saudade passarinha



minha cabeça dói,
meu coração tá apertado...
é o primeiro fim de semana
depois que te conheci
que não estou grudadinho do seu lado...
ah, são esses pensamentos que latejam
na certeza de que te quero
mais que meus lábios que te beijam
há um simples olhar que espero
quero-te de novo para compartilhar
vitórias, derrotas ou medos
passados, futuros, presentes sinceros
a lua cheia e o mar...
e embora ausentes estejamos agora
da presença um do outro
sei que nos aguarda um segredo
escondido na vicissitude do mundo roto
onde abraços são comemorações
onde todas as horas
ainda que distantes
palpita em nossos corações
a vontade de conhecer
um ao outro, um no outro
canções que viveremos a fazer
juntos enquanto for possível
mas sempre perto de dizer
amor é o que preciso
para me curar de tudo que não fui
enquanto ainda não éramos
sem pesar a dor que ainda vai me revelar
o tempo que passei sem parar pra te ver
sentada na beirada do tapete
observando o tempo que luzia
esperando também a hora de voar
nos momentos parados passando pelas pessoas a passar
que sem perceber já fizeram de tudo isso poesia...

(em agosto de 2013 - faço a saudade virar poesia!)

sábado, maio 25, 2013

Se só lembra de mim quando precisa falar, quando precisa pedir, quando precisa de uma xícara de açúcar, quando precisa e só, então me esqueça!

terça-feira, abril 02, 2013

O olho das contradições



Somos todos os dias
Seres cobertos de vergonhas
Metade catarse, metade poesia
Outrora selvagens, outrora melancolia
Que se despem de noite
No calor e na febre
Onde há permissões, inventinostomias:
Socorrólatras, imprudêmitos
Quimeras palavras descritivas
Sobre a junção das partes opostas
Infinitas observoltas anididridas
Parasândalos abstractuintes
Levam-te quando as anedotas
Eram piadas aos indulgiserventes
Sobre o tempo e a moralistômica
Dupla hélice de boa e de mau semente
EsquizoFreud debaixo das gotas
De uma chuva de abruptomias...
Quantas invencthoras passarão antes
De sermos um torso forte
O superficciente diante da quasemorte
De cotidianipensiforme nada
Diante do tudo multiexistêncial.
No supradesejo de automoldada
Morais actuais vos empegtundiam
Por final não meras palavras
Que constrõem a ideoegrégorante
Cúpula fractoenérgica de inversonogomias
E todas divinpalavróides escondidas
Na humanóide -sfincterisma
Como podem contradissimbólicas tantas
Nos transferencanais opitmunistas?

terça-feira, janeiro 15, 2013

Meu perfeito


Alguém ainda acha essa cara um bom prefeito?
Acorda, meu povo.
Olha essas obras superfaturadas!
Olha o que tão fazendo com seu dinheiro,
olha mentira na cara lavada!
É a merenda virando carro de luxo,
a vacina virando viagens ao exterior.
O ostentador cheio de caviar no bucho,
enquanto o povo luta sofredor!
Alguém ainda acha que ele tem algum direito?
Mesmo depois de roubar o povo,
vai querer roubar de novo
e sempre fingir que vai fazer algo inovador...
é a mesma receita sempre,
não perceberam ainda?
Por que são as mesmas e tantas enganações
usadas por um diferente enganador,
continuam a jogar o voto na latrina.
O voto, nossa voz muda, abafada,
condicionada, ambicionada numa caixa informatizada,
não mais é que o barulhinho depois do "CONFIRMA"!?
Se já temos tão pouco para garantir
que as riquezas do quintal de casa
não sejam abusivamente explorados junto com o trabalho
para depois transformar em rei o ditador
Me diga meu povo, por quê?
Se já vivemos todo dia a vida de faquir
fazendo contas para viver sonhos,
fazendo de conta que a felicidade da tela brilhante
vai me livrar dos fatos medonhos
Acordem, por favor.
Vamos viver a realidade verdejante!

segunda-feira, novembro 19, 2012

resistência

Por que uma folha em branco, mesmo que pálida, diz muito sobre quem a observa. Pois nela são projetadas todas as ondas dos pensamentos vindos de ideias que tão logo se construirão ali, ou se perderão diante dela. Mesmo que nada se escreva, por ali passarão pensamentos quiçá revolucionários. Naquela folha onde o branco impera esconde-se a mudança pronunciada, que aguarda a hora certa para ser registrada. Eis o poder dos pensamentos, que embora escondidos e não escritos, se agarram na celulose para emergirem no momento certo e então se revelarem aos olhos sensíveis...

quinta-feira, outubro 11, 2012

fala


falalalallalalaa
faaaaaala
lalalalalalala
fala
huahauhauhuauhuahuauh
falemos do falar
pq não falar em falar?
ahauhauhuahuahua
falar em falas falidas
falas faladas
O.O
falas polidas
hauhahua
faremos palavras
novas
floridas
falei
feito fole de reis
fadado ao fato
de que falar tanto
me faria tão mudo
mudei de fala
mudei de tudo 
o mais forte silêncio
para flertar com o mundo
falar-te que o que me falta
é falar
huahahuahe 
falar para que fales comigo
para que ouça
minha voz telepática
falar do sofrido
fado de ser mudo
ouvindo
fala!
agora vc fala comigo

terça-feira, outubro 02, 2012

CALEIDOSCÓPIO



.Na medida em que vamos girando um caleidoscópio diante do olho, percebemos a variação das formas e de seus respectivos encaixes que se modificam e se transformam no meio das cores diversas. Dos movimentos que dinamizam o som das peças coloridas contra os espelhos internos do caleidoscópio e do reflexo de imagens que se mostram perceptíveis aos nossos olhos de curiosa contemplação, surgem infinitas formas de se observar e perceber aquele mesmo objeto que permanece sendo ele próprio, o mesmo sempre, mas que se apresenta de forma misteriosa e relativa.

.Assim como num caleidoscópio, diante dessa sensação de que podemos observar algo de tantas maneiras diferentes, ou a além de objetos observar a nós mesmos e aos outros de tantas formas, queremos propor um momento para observarmos a maneira com que cada ‘peça’ de dentro desse caleidoscópio cultural, que é a sociedade, interage com as outras ‘peças’ para compor esse mosaico de reflexos, de agrupamentos, de transformações e de percepções múltiplas que é inerente à vida dos seres humanos.

.Diante de nossas próprias sensações e vontades estamos propensos a não enxergar a visão do próximo. Com o advento da globalização e da individualização que ela algumas vezes nos imprime, o sentido coletivo da sociedade, no qual se imbui o reconhecimento da cooperação entre setores e movimentos diferentes, torna-se quase imperceptível a alguns. A cooperação, essa que torna possível o funcionamento de uma série de organismos e locais, é que faz o ‘‘caleidoscópio girar’’.

.Nesse mar de caleidoscópios giratórios, o grande desafio é encontrar um movimento para o corpo das ideias que eles representam, que se harmonize feito uma dança entre o dia e a noite, entre o frio e o quente, entre o claro e o escuro, entre a coragem e o medo, entre a mentira e a verdade. Revelando-se, após a partida e a chegada, o caminho feito por nossa percepção para chegar ao nada absoluto e ao infinito incontestável, demonstrando num giro de um objeto no ar a complexidade de um evento que devemos compreender, e mais que isso vivenciar. Para enfim perceber que somos parte microscópica de um todo infinito e ao mesmo tempo somos um infinito composto de infinitas “microexistências”...

.O mundo e sua complexa beleza ao ser contemplada, o impulso que movimenta esse encontro de pessoas e suas culturas, os conhecimentos e suas ferramentas que podem ser usadas em nosso cotidiano para ultrapassar desafios, são o grande caleidoscópio. Que, enquanto estiver girando e sendo observado, estará nos trazendo de volta ao seio do qual compartilhamos, estará nos dizendo que ao mundo o que importa primordialmente é o movimento.

quarta-feira, setembro 05, 2012

Vontade de quê

Vontade de ler,
ouvir música,
estudar,
esquiar,
comer à vontade,
muito amar.

Sóbrio de tanto enlouquecer
e vontade de sentir verdade
em tudo que se vê.

Vejo o mundo,
e filmo tudo
em lembranças que se se esvaem.

Louco de tanta sobriedade,
acompanho o jardim florescer.

Nem sempre converso com quem não conheço.

Não viro o rosto para ninguém que não mereça.

Pois a realidade nunca é como realmente sonhamos.

Com o hábito de muito sonhar,
poderia ter criado
um mundo em minha mente
feito para mim tão somente.
Mas vejo que o mundo não é só meu,
e todos que aqui estão o merecem
tanto quanto eu,
ou mais.
Pois todos temos limitações diferentes...

Por que eu ousaria querer ser melhor que alguém?
Em que eu justificaria essa tal disputa e contra quem?
Por isso sonho com um mundo onde todos caibam.

Todos temos nossa busca interna.
Receberemos e acharemos respostas
Seja pelo que for que questionarmos e pedirmos
Não importa o que os outros acreditam que saibam.

Pois nos guiamos segundo nossa própria vontade.

Enfim, vontades que passam
mas que às vezes moram
em nós no intestino!

Que persistem, pois somos movidos
pela vontade de seguir um destino,

vontade de se esticar,
de correr para casa
dormir.
Quem trabalha,
também festeja.

Num caminho onde não encontramos sozinhos
As soluções para todas as vontades
engasgadas nas tosses presas.

Precisamos sempre de alguém para nos ajudar.

Vontades permanecem na própria carne a apodrecer.
Desde quando nascemos até quando somos enterrados,

Desmancham-se e se refazem, se não houver motivos para o contrário.

Se manisfestam na pele a se esticar,
no músculo a enrijecer,
no sangue a se migrar
às células encharcadas de vontade

Vontade de quê?

quarta-feira, agosto 22, 2012

quarta-feira, julho 25, 2012


Confesso que estive fraco
Meus olhos seguiam tristes
Refletiam medo nos meus atos
Muitos sonhos ficaram distantes
A realidade só me dizia ‘desiste’
Já nem sei pois onde me bem encaixo
Parece que só nasci para louco questionar
De tantas respostas cruéis que obtive
Só fazia em meu peito crescer um vazio
Para alguém como esse eu tão solitário
Não sabia se havia um espaço cabível
Mas há sempre duas opções para tomar
Entregar-se ao medo, ou dele se fortalecer
Em meus próprios momentos sem mim
Tentando encontrar algo verdadeiro
Feito um bebê logo ao nascer
Até minhas últimas forças esperneio
Sei, ainda ei de achar esse recanto
Lá um novo homem posso chegar
Tão forte que nem comigo parecerá
E então ele me ensinará a responsabilidade
De ensinar a revolucionar

quarta-feira, junho 06, 2012

A hora do sol


A solidão, aquela que se sente sozinho, essa ninguém compreenderá. Pois só nós mesmos conhecemos todas as feridas de dentro do nosso coração, só nós mesmos conhecemos as mágoas que perdoar, os espinhos que suportamos e os tombos que iremos tomar. E é na solidão sozinho que você para para pensar na prisão que suas feridas te trazem se você não souber curá-las. Além de tanta solidão vendida em todas as prateleiras da vida. Tanta miséria por causa da breve partida de xadrez, que nossa forma escolhida de viver fez ser uma guerra da fome contra a soberba. A miséria da solidão dentro de nós transformou nossos sonhos em ilusão ou matéria! Fez as portas do grande lar da vida camuflarem-se no medo de desaparecer no meio da ganancia!
Conclamem vossa farda etérea de segunda, nossa armadura de batalha, identidade do homo sapiens que nada sabe! Pois haveremos mesmo de construir um mundo onde todos se deem bom dia antes que o pó da agonia dos que respiram a hipocrisia dos cerdos de ouro se dissipe? Pois seremos nesse tanto, pequenos a ponto de fecharmos nossos olhos para a agonia dos que sofrem em troca de uma vontade própria e insana de realizar-se pelo mundo mesmo que de forma opróbia? Não te envergonha ter pensado tanto nas sujeiras alheias antes de limpar a sua própria sujeira, enquanto todos o viam desfilar a pompa de que tem alguém na barriga, mas que rei não é!?
A solidão é coisa perigosa! Mas a solidão e o frio é mais! A solidão e a fome nem digo, pois então me dói a alma! Saber fingir não saber que há tantos com fome, saber fingir não saber que minhas escolhas têm poder, entre tantos outros fingimentos sabíveis que fingimos não saber que possuem os seres humanos sabidos, faz de nós a mais louca e perdida forma de vida. Por isso há solidão! Por isso não conseguimos nos olhar no fundo dos olhos. Pois achamos que dentro dos nossos olhos existe um reflexo da nossa alma, e já chegamos ao ponto em que temos vergonha dela. Não é para menos! Pois deixamos nossos filhos com fome, doentes e com sede. Exploramos suas vida sem atribuir-lhes nenhum mérito nem retribuição por isso! Eis o tipo de evolução ao qual alcançamos! Eis as nossas escolhas adotadas em cada ato do cotidiano tomando a forma e tamanho de um monstro chamado futuro! E esse monstro parece estar vestido de solidão até agora. Ele vem a passos curtos e lentos... imperceptíveis. Ele caminha na dobra da sombra e te invade os pensamentos para encorajar-te a parar e não querer mais enfrentar tantas injustiças, injustiças que já cansaram suas atadas vistas atormentadas de tontura e sofrimento. Domina seu dom e no minar das ideias se instaura feito um interrompedor de fluxos! Agora você é presa fácil para os diversos interesses. ESSES!!! Esses que te assolam a alma e te dormitam as utopias!
É mais que a hora de acordar, é hora de conectarmos nossas ideias, somarmos nossas experiências e vivermos a urgência dos gritos de dor! Hora de levantar e caminhar em direção a tantos sonhos possíveis! Hora de não pensar nos moldes que te fizeram, mas na verdade que te esconderam!!! Deixai o sol entrar!

domingo, maio 27, 2012


Todos os dias amanhecemos sentados
Pensando se para causas existem lados
No porquê de levantar tantas bandeiras
Se as eiras são as mesmas todos os dias
É tão claro quanto o amor a mudança
É tão simples quanto a paz a partilha
Mas insistimos em fazermo-nos diferentes
Como se o repente de um fosse do outro
Algo envolto de um manifesto urgente
Enquanto todos marchamos como um
No mesmo uníssono descontente
Vale mais mostrar que somos diferentes?
Ou que temos algo em comum
Apesar dos falsos sorridentes?
É tão plena quanto a mãe a filha
E mesmo diante de todo pavor
Queremos o soalho da volta na ida
E para quê derrotar alguém se acreditas
Que é feita de tolerância e perdão
A verdadeira forma de amar
Vale mais aprender com o ancião
Que só devemos no mundo celebrar
Algo que ultrapassa, o eu é religião
Verdadeira forma de altruísmo
Do que com jovens que dizem ajudar
Mas que muito precisam de vida
Para viver onde existe igualdade
Onde possamos sentir amor e verdade

domingo, maio 13, 2012

De onde essa força vem

Minha força vinha da música
Tocada por meus passos na areia
O assobio do ar nas ventas
O oxigênio e maresia salgada
Complementavam a poesia
De composição em minhas veias
Eu dançava marchando sozinho
Preparando-me de paz injetada
Nos músculos água, fogo e ar
 De sonhos e todo o brando
Brado da vontade de ajudar
Minha força vinha da única
Maneira de semear o viver
Respeitando e agradecendo
Por em mim habitar e me fazer
Chorar e cantar, ou sorrir
Pular sobre as ondas
Voar no sopro do mar
Em rodopios inspirados
Ensinar meus irmãos a flutuar
E a às vezes cair
Porém nunca, ainda que
Fraco ou doente
Eles desistam de levantar
Uma força em mim emana
Algo do qual não se pode entender
Sublimando minha existência
Minha essência de
Ouvir um chamado e dizer
Ver o todo em compreensão
Saber onde toco meus pés
Pelo cheiro julgar que estragou
Entre todas as habilidades que nem sei
Poder ainda apreender
Algo novo, algo diverso
Para em vida lutar pelo bem
Dissipar as mazelas dos debilitados
Com a boa vontade de quem
Ama